No ano de 1935, logo após Chico ter iniciado a recepção das páginas de Humberto de Campos, o repórter Clementino de Alencar, do Jornal "O Globo", esteve por muitos dias na então pequena cidade de Pedro Leopoldo-MG, onde o jovem médium vivia sua vida de sacrifício e humildade. Muitas vezes ele e o jornalista conversaram. Até que Clementino pede a Emmanuel responder-lhe a seguinte pergunta:
- Qual a opinião dos Espíritos sobre o feminismo? EMMANUEL: - "A mulher deve colaborar com o homem de forma admissível ao seu sexo nas variadas esferas de sua atividade. Mas não compreendemos como legítimo esse movimento de masculinização especulosa, preconizada por inúmeros orientadores do mau feminismo, os quais iludem a mulher quanto às suas obrigações no seio da coletividade.
O homem e a mulher, dependendo um do outro, são elementos que se completam para a consecução da obra divina.
A mulher não precisa masculinizar-se. Precisa educar-se dentro de sua feminilidade.
O problema do feminismo não é o da exclusão da dependência da mulher: deve ser o da compreensão dos seus grandes deveres. Dentro da natureza, as linhas determinadas pelos desígnios insondáveis de Deus não se mudam sob influência do limitado arbítrio humano; e a mulher não pode transformar o complexo estrutural de seu organismo.
Homem e mulher, cada um deles tem obrigações nobilíssimas a cumprir nas posições diferentes em que foram colocadas dentro do planeta. Aliás, na humanidade, a mulher, por sua profunda capacidade receptora, guarda os deveres mais sagrados diante das leis divinas.
Todas as questões feministas se reduzem a um problema de educação mais do que necessário.
Neste século, as experimentações tocam no auge. A mulher não podia escapar a essa onda de transições. Todavia, faz-se preciso conter o delírio, a alucinação de mentalidades apaixonadas, nos excessos de idealismo, e que se voltam para o campo da publicidade, falhas no conhecimento imprescindível das realizações da vida, sem saber o que desejam e sem nada trazer de melhor aos que formam para as lutas da existência, intoxicando o espírito da juventude. As idéias são forças que, como eletricidade, arruínam o que encontram na sua passagem, quando não são devidamente controladas. Toda força necessária necessita de educação para se expandir com benefícios.
O problema da mulher, antes de ser estudado dentro dos códigos transitórios dos homens, precisa ser resolvido à luz do Evangelho."
- Qual a opinião dos Espíritos sobre o feminismo? EMMANUEL: - "A mulher deve colaborar com o homem de forma admissível ao seu sexo nas variadas esferas de sua atividade. Mas não compreendemos como legítimo esse movimento de masculinização especulosa, preconizada por inúmeros orientadores do mau feminismo, os quais iludem a mulher quanto às suas obrigações no seio da coletividade.
O homem e a mulher, dependendo um do outro, são elementos que se completam para a consecução da obra divina.
A mulher não precisa masculinizar-se. Precisa educar-se dentro de sua feminilidade.
O problema do feminismo não é o da exclusão da dependência da mulher: deve ser o da compreensão dos seus grandes deveres. Dentro da natureza, as linhas determinadas pelos desígnios insondáveis de Deus não se mudam sob influência do limitado arbítrio humano; e a mulher não pode transformar o complexo estrutural de seu organismo.
Homem e mulher, cada um deles tem obrigações nobilíssimas a cumprir nas posições diferentes em que foram colocadas dentro do planeta. Aliás, na humanidade, a mulher, por sua profunda capacidade receptora, guarda os deveres mais sagrados diante das leis divinas.
Todas as questões feministas se reduzem a um problema de educação mais do que necessário.
Neste século, as experimentações tocam no auge. A mulher não podia escapar a essa onda de transições. Todavia, faz-se preciso conter o delírio, a alucinação de mentalidades apaixonadas, nos excessos de idealismo, e que se voltam para o campo da publicidade, falhas no conhecimento imprescindível das realizações da vida, sem saber o que desejam e sem nada trazer de melhor aos que formam para as lutas da existência, intoxicando o espírito da juventude. As idéias são forças que, como eletricidade, arruínam o que encontram na sua passagem, quando não são devidamente controladas. Toda força necessária necessita de educação para se expandir com benefícios.
O problema da mulher, antes de ser estudado dentro dos códigos transitórios dos homens, precisa ser resolvido à luz do Evangelho."
DO LIVRO: Chico Xavier - O Homem, o Médium, o Missionário
AUTOR: Antônio Matte Noroefé
AUTOR: Antônio Matte Noroefé
