Infelizmente, é grande o número de espíritas, que, ao deixarem o corpo carnal, vêem-se em dificuldades deste outro lado.
Alguns, porque se autoiludiram…
Espíritas que confundiram “o que representavam” com aquilo “que eram de fato”. Dirigentes apegados ao cargo, oradores necessitados de aplauso para a satisfação do ego e médiuns que, na própria concepção, se achavam missionários. Todos esses, após a morte, são hospitalizados imediatamente, necessitando de tratamento de longa duração.
Otros porque perderam o foco existencial. Todos os trabalhos realizados pelo espírita, desde a mediunidade até as atividades de assistência social, são, em verdade, ferramentas que, quando bem utilizadas, auxiliam-no a atingir o foco.
O foco da existência carnal é a transformação interior. Quando alguém diz que tem como objetivo de vida matar a fome dos necessitados, ou ser um “grande” médium, é porque perdeu o foco da encarnação. Não que matar a fome de um necessitado não seja importante. É importante, mas é “ferramenta de aprendizado”, não o foco da encarnação.
Sem falar daqueles que não absorveram os ensinos espíritas; apenas se preocupam em “passar para a frente”o que aprenderam sem se preocuparem em “reter em si mesmos” a informação e utilizá-la para a transformação íntima.
Nesse sentido, é de bom alvitre que os espíritas reavaliem a conduta, antes que a morte os surpreenda, conduzindo-os a terríveis sofrimentos.
Alguns, porque se autoiludiram…
Espíritas que confundiram “o que representavam” com aquilo “que eram de fato”. Dirigentes apegados ao cargo, oradores necessitados de aplauso para a satisfação do ego e médiuns que, na própria concepção, se achavam missionários. Todos esses, após a morte, são hospitalizados imediatamente, necessitando de tratamento de longa duração.
Otros porque perderam o foco existencial. Todos os trabalhos realizados pelo espírita, desde a mediunidade até as atividades de assistência social, são, em verdade, ferramentas que, quando bem utilizadas, auxiliam-no a atingir o foco.
O foco da existência carnal é a transformação interior. Quando alguém diz que tem como objetivo de vida matar a fome dos necessitados, ou ser um “grande” médium, é porque perdeu o foco da encarnação. Não que matar a fome de um necessitado não seja importante. É importante, mas é “ferramenta de aprendizado”, não o foco da encarnação.
Sem falar daqueles que não absorveram os ensinos espíritas; apenas se preocupam em “passar para a frente”o que aprenderam sem se preocuparem em “reter em si mesmos” a informação e utilizá-la para a transformação íntima.
Nesse sentido, é de bom alvitre que os espíritas reavaliem a conduta, antes que a morte os surpreenda, conduzindo-os a terríveis sofrimentos.
Livro Contato Imediato, cap. 11, Espírito José Lázaro, psicografia de Agnaldo Paviani.