Aviso

Queridos irmaos o chat esta aberto a todos ...aqueles que sentirem necessidade pode la fazer sua prece individual...usem e fiquem a vontade pq a espritualidade presente ira acolher depende unicamente da fé de cada um.....
Muita paz e luz a todos

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Perda de pessoas amadas. Mortes Prematuras

Quando a morte vem ceifar nas nossas famílias, levando sem moderação as pessoas jovens ao invés das velhas, dizeis frequentemente: Deus não é justo, uma vez que sacrifica esse que é forte e pleno de futuro, para conservar aqueles que viveram longos anos plenos de decepções; uma vez que leva aqueles que são úteis e deixa aqueles que não servem mais pra nada; uma vez que parte o coração de uma mãe privando-a da inocente criatura que fazia toda a sua alegria.
Humanos, é nisto que tendes necessidade de vos elevar acima do terra-a-terra da vida, para compreenderdes que o bem, frequentemente, está onde credes ver o mal, a sábia previdência aí onde credes ver a cega fatalidade do destino. Por que medir a justiça divina pelo valor da vossa? Podeis pensar que o senhor dos mundos queira, por simples capricho, vos infligir penas cruéis? Nada se faz sem um objetivo inteligente e, qualquer que seja ao que se chegue, cada coisa tem sua razão de ser. Se percrustásseis melhor todas as dores que vos aflingem, nelas encontraríeis sempre a razão divina, razão regeneradora, e vossos miseráveis interesses seriam uma consideração secundária que relegaríeis ao último plano.
Crede-me, a morte é preferível para a encarnação de vinte anos, a esses desregramentos vergonhosos que desolam famílias honradas, partem o coração de uma mãe e fazem, antes do tempo, branquear os cabelos dos pais. A morte prematura, frequentemente, é um grande benefício que Deus concede àquele que se vai, e que se encontra, assim, preservado das misérias da vida, ou das seduções que teriam podido arrastá-lo à sua perdição. Aquele que morre na flor da idade não é vítima da fatalidade, mas Deus julga que lhe é útil não permanecer por mais tempo na Terra.
(Evangelho Segundo o Espiritismo — Capítulo V, item 21)