Para entender a atitude dos espíritas diante da perda de entes queridos, é
preciso entender a visão espírita da morte. O que é a morte para o espírita?
Em primeiro lugar, a destruição do corpo físico, que é um fenômeno comum
a todos os seres biológicos. Segundo, a morte é um instante em meio a um
caminho infinito. E em terceiro lugar, a morte é uma transição e não um ponto
final.
Há que se considerar também que o espírito está permanentemente em
processo de crescimento e renovação e a morte é a forma de forçar esta
renovação, mudando am-bientes e projetos de vida.
Esta visão um tanto pragmática e aparentemente fria da morte não exclui a
existência de sentimentos e emoções, porque tanto quanto sentimos mais ou
menos fortemente a separação geográfica entre duas pessoas e ansiamos por
reencontrarmos aqueles que estão longe, assim também ansiamos por ter
novamente conosco os que se foram.
Mesmo na vida física há separações que são traumáticas, longas e, às vezes,
definitivas. Na morte, então, a saudade e a vontade de ter outra vez aquele que
se foi é perfeitamente natural e compreensível, mas a certeza da retomada do
afeto e de projetos comuns no futuro é profundamente consoladora e faz com
que a esperança possa ser tranqüila e confiante.
preciso entender a visão espírita da morte. O que é a morte para o espírita?
Em primeiro lugar, a destruição do corpo físico, que é um fenômeno comum
a todos os seres biológicos. Segundo, a morte é um instante em meio a um
caminho infinito. E em terceiro lugar, a morte é uma transição e não um ponto
final.
Há que se considerar também que o espírito está permanentemente em
processo de crescimento e renovação e a morte é a forma de forçar esta
renovação, mudando am-bientes e projetos de vida.
Esta visão um tanto pragmática e aparentemente fria da morte não exclui a
existência de sentimentos e emoções, porque tanto quanto sentimos mais ou
menos fortemente a separação geográfica entre duas pessoas e ansiamos por
reencontrarmos aqueles que estão longe, assim também ansiamos por ter
novamente conosco os que se foram.
Mesmo na vida física há separações que são traumáticas, longas e, às vezes,
definitivas. Na morte, então, a saudade e a vontade de ter outra vez aquele que
se foi é perfeitamente natural e compreensível, mas a certeza da retomada do
afeto e de projetos comuns no futuro é profundamente consoladora e faz com
que a esperança possa ser tranqüila e confiante.
