Ir a um centro religioso espírita acompanhar trabalhos doutrinários e conhecer os objetivos da pregação difundida pelas obras de Allan Kardec tem sido uma realidade muito freqüente nas cidades brasileiras. A doutrina compilada no século 19 tem crescido; o último censo do IBGE confirma essa evidência. Agora, um dos mecanismos de ajuda, o do passe magnético, acaba de ter a confirmada a sua eficácia.
Estudo desenvolvido pela USP (Universidade de São Paulo), em conjunto com a Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), comprova que a energia liberada pelas mãos tem o poder de curar qualquer tipo de mal estar.
Para o seu trabalho ele levou em conta as técnicas manuais do ‘johrei’, utilizada pela Igreja Messiânica do Brasil e ao mesmo tempo semelhante à de religiões como o Espiritismo, que pratica o chamado ‘passe’.
“Todo o processo de desenvolvimento dessa pesquisa nasceu em 2000, como tema de mestrado do pesquisador Ricardo Monezi, na Faculdade de Medicina da USP. Ele teve a iniciativa de investigar quais seriam os possíveis efeitos da prática de imposição das mãos. “Este interesse veio de uma vivência própria, onde o Reiki (técnica) já havia me
ajudado, na adolescência, a sair de uma crise de depressão”, afirmou Monezi, que hoje é pesquisador da Unifesp.
ajudado, na adolescência, a sair de uma crise de depressão”, afirmou Monezi, que hoje é pesquisador da Unifesp.
“Segundo o cientista, durante seu mestrado foi investigado os efeitos da imposição em camundongos, nos quais foi possível observar um notável ganho de potencial das células de defesa contra células que ficam os tumores. ?Agora, no meu doutorado que está sendo finalizado na Unifesp, estudamos não apenas os efeitos fisiológicos, mas também
os psicológicos?, completou.
os psicológicos?, completou.
“A constatação no estudo de que a imposição de mãos libera energia capaz de produzir bem-estar foi possível porque a ciência atual ainda não possui uma precisão exata sobre esse efeitos. “A ciência chama estas energias de ‘energias sutis’, e também considera que o espaço onde elas estão inseridas esteja próximo às frequências eletromagnéticas de baixo nível”, explicou.
Fonte:
http://www.rac.com.br/projetos-rac/correio-escola/107097/2011/11/25…
Fonte: Monica Heymann Fedele
