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Queridos irmaos o chat esta aberto a todos ...aqueles que sentirem necessidade pode la fazer sua prece individual...usem e fiquem a vontade pq a espritualidade presente ira acolher depende unicamente da fé de cada um.....
Muita paz e luz a todos

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Desencarne: A vida para quem fica


DOUTRINA ESPÍRITA
Segundo a Doutrina Espírita, não há finitude em relação ao espírito. Cada um de nós, espíritos, é imortal. O desencarne não é encarado como um fim, mas o recomeço para outra vida. Segundo Themis, “o que se denomina morte faz parte das leis naturais, assim como o nascimento. Nascimento, morte, renascimento são transformações naturais da própria vida do espírito imortal, sujeito à evolução. Morte, portanto é transformação, não fim. Por isso a importância de aproveitar o momento presente com atitudes saudáveis e amor ao próximo”. 
O corpo morre, mas o espírito não. O espírito continua sua trajetória evolutiva em outros planos e pode voltar a reencarnar. Desta forma, conclui-se que, para os espíritas, a dor vem do sentimento de ausência e não da finitude. Por isso a importância de compreender o significado e as prioridades da vida na Terra. “A fé no Creador, na perenidade do espírito e na comunicação através do pensamento com os entes que partiram possibilitam maior compreensão deste afastamento temporário, desta condição limitante da matéria. O Espiritismo conforta ao mesmo tempo em que ensina”, analisa a teóloga espírita Karina. Na opinião da teóloga, o Espiritismo traz mais esclarecimentos e, portanto, mais conforto, na medida em que mostra a temporalidade e a importância do homem na Terra. “A cada reencarnação o espírito expande os laços de afetividade deixando registrado em si e, por onde passa, as experiências que viveu; sendo que, boas ou más, estas experiências servirão como fio condutor de reflexão e meditação, também quando desencarnado, para que conforta ao mesmo tempo em que ensina”, analisa a teóloga espírita Karina.

Na opinião da teóloga, o Espiritismo traz mais esclarecimentos e, portanto, mais conforto, na medida em que mostra a temporalidade e a importância do homem na Terra. “A cada reencarnação o espírito expande os laços de afetividade deixando registrado em si e, por onde passa, as experiências que viveu; sendo que, boas ou más, estas experiências servirão como fio condutor de reflexão e meditação, também quando desencarnado, para que possa estabelecer novas metas para uma próxima reencarnação visando transformar comportamento e evoluir”.
 
A consciência das próprias realizações, sem reter amarguras e frustrações, colhendo os frutos das boas experiências, lembrando com afeto (e não com melancolia) dos bons momentos, aceitando que mais uma etapa do processo natural de existir foi cumprida, e tendo consciência da justiça universal expressa através da fé em Deus são alguns passos para mais facilmente compreender o desencarne e seguir em frente.