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Muita paz e luz a todos

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Transtorno do Pânico

RESUMO
A síndrome do pânico teve sua importância subestimada durante muito tempo. Atualmente a maioria dos novos casos não é reconhecida, diagnosticada ou tratada de forma apropriada. Os transtornos ansiosos como a síndrome do pânico tem causado grande sofrimento não apenas para o individuo como para o meio social em que o mesmo está inserido. A relação direta da patologia descrita neste artigo com a epidemiologia é de extrema relevância visto que sua visão epidemiológica nos permite traçar padrões e esclarecimento de tamanha magnitude, sendo assim, é possível observarmos a sua prevalência e incidência com a finalidade de buscar-se um diagnostico e tratamento de menor desvio de erros. 

Introdução

O Transtorno do Pânico é uma entidade clínica recente chamada antigamente de neurastenia cardiocirculatória. Seus sintomas foram descritos pela primeira vez por Freud sendo classificada pelo mesmo, como neurose ansiosa. O quadro foi agrupado sob o título de "neurose de ansiedade" até 1980. Este mesmo grupo foi subdividido, atualmente em Doença do Pânico e Transtorno de Ansiedade Aguda ou Generalizada, Segundo a Organização Mundial de Saúde, em Genebra (1994) foi classificada como F41. 0 - Transtorno de pânico (ansiedade paroxística episódica).

Dos distúrbios da ansiedade, o transtorno do pânico tem como características a presença de ataques de pânico que consiste em crises espontâneas, súbitas, de mal-estar e sensação de perigo ou morte iminente, com vários sintomas e sinais de alerta e hiperatividade autonômica, chegando ao máximo, em cerca de dez minutos. As crises podem levar a uma busca desesperada de escape (fuga) ou ajuda (ida imediatamente a um pronto-socorro), sendo esse comportamento chamado de "pânico". 

Para Souza, (2008), muitas vezes, no entanto, exceto quando as crises são muito abruptas, intensas, ou em contextos especiais, a pessoa consegue se controlar, apesar de o desconforto e a insegurança serem intensos. Portanto, um ataque de pânico não implica, necessariamente, um comportamento de pânico. 
Segundo o DSM IV (1994), a presença recorrente destes ataques e a preocupação sobre ataques futuros e suas conseqüências descrevem essencialmente o Transtorno de Pânico. Durante estes episódios os sintomas apresentados são: palpitações, tontura, sudorese, dispnéia, medo de ficar louco ou perder o controle, e outros de menor incidência, como dor no peito, sensação de irrealidade, parestesias, arrepios, sensação de desmaio e tremor. São necessários pelo menos quatro destes sintomas para corresponder ao critério diagnóstico. 
O tratamento da Síndrome do Pânico tem como objetivo o alivio e prevenção das crises, seus sinais e sintomas, focando o sucesso e superação das fobias associadas ao Pânico, bem como evitar suas complicações. 
De acordo Kaplan e Sadock (1999), apud Sakabe (2002), A farmacoterapia; - terapia cognitivo-comportamental, e a combinação das duas modalidades, fazem parte do tratamento da Síndrome do Pânico
Em geral, a combinação de antidepressivos, ansiolíticos e terapias, incluindo os exercícios de exposição e de relaxamento, são aplicadas como tratamento, variando de individuo para individuo. 
O tipo de estudo será descritivo, com levantamento bibliográfico sobre o tema Transtorno do Pânico: Uma Visão Epidemiológica, desenvolvido através de pesquisas em periódicos, sites de busca, análise e comparação de levantamento bibliográfico.